27 de novembro de 2015

95.

A segunda Grande Explosão


Explode mundo
Vira silêncio
Desintegra em pedaços minúsculos de terra,
de gente, de ódio, de dor
Vaga tranquilo
em pequenas partículas sem gravidade
Feito um vulcão
há muito tempo morto

As estrelas guardarão tua história
em segredo
E jamais nenhuma outra vida
conceberá a ideia da tua estupidez

2 comentários:

  1. Caramba, que poema incrível... Tão crítico e bem escrito!

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  2. Muito obrigada! Os seus também são adoráveis! Um abraço.

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