18 de junho de 2011

25.

Aqueles dois.
Pelas tardes poeirentas daquele resto de janeiro, quando o sol parecia a gema de um enorme ovo frito no azul sem nuvens no céu, ninguém mais conseguiu trabalhar em paz na repartição. Quase todos ali dentro tinham a nítida sensação de que seriam infelizes para sempre. E foram.
Caio Abreu.

2 comentários:

  1. Acho que existe um pedacinho de Caio Fernando em cada um de nós.

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  2. Se isso é verdade, temos muita sorte.

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